Estudar com outra pessoa: Sim ou não?

 

Os concurseiros sabem o quanto estudar é importante para ter um bom desempenho nas provas e chegar a tão sonhada nomeação.

Estudar pode ser algo que não é fácil, e algumas matérias podem ser difíceis para você, e por isso, deve-se ter um foco cada vez maior nos estudos.

Mas hoje vamos abordar uma questão que gera muitas dúvidas: Será que é vantajoso estudar com outra pessoa também?

Neste artigo, vamos abordar alguns pontos sobre estudar sozinho e estudar acompanhado para que você decida se vale a pena ou não, chamar alguém de vez em quando para estudar juntos.

Estudar sozinho

Pensar em estudar sozinho tem seus pontos altos e baixos. Isso porque geralmente há diversas matérias diferentes a estudar e sempre pode ter aquela específica que você tem mais dificuldade, não é?

Assim, pode parecer que algumas matérias são mais difícil que as outras e nem sempre você terá com quem tirar alguma dúvida que você tenha.

Estudar com colega

Bom, estudar com alguém pode ser bem diferente de estudar sozinho. Pode até parecer mais difícil, principalmente no início, porém, há alguns benefícios que isso pode lhe trazer.

A escolha da pessoa com quem você irá estudar pode ser mais difícil, pois é ideal escolher alguém que também tenha vontade de estudar e está disposto a te ajudar e ser ajudado. Muitas vezes também vale a pena você estudar com outras pessoas em algum curso preparatório para concurso.

Ou seja, alguém que tem o mesmo objetivo que você: ir bem na prova, e de preferencia, passar no concurso e nomeado!

Vantagens de estudar com alguém

Existem diversas vantagens que você obtém ao estudar com alguém.

A primeira delas está relacionada às dificuldades nas matérias que vocês podem ter. Se você tem dificuldade em uma matéria específica e seu colega domina essa matéria, ele pode te auxiliar a compreendê-la, pois você poderá explicar quais realmente são suas dúvidas nesta matéria. E o contrário também pode acontecer.

Outro benefício de estudar com alguém é a economia de tempo. Isso porque quando há duas pessoas pensando na matéria, o debate sobre ela pode fazer chegar a uma conclusão mais rápido.

O debate nos estudos é uma ótima forma de ajudar a entender a matéria, principalmente quando há dificuldades, pois um pode ajudar o outro.

Além disso, a criatividade de uma dupla pode também ser outra ferramenta nos estudos, pois assim, ambos podem pensar em formas diferentes de encontrar tal solução.

Outra vantagem do estudo em dupla é em relação ao método de estudo. Isso porque cada pessoa é diferente e tem um método de estudo, e um pode contribuir com o outro ao desenvolver métodos.

Estudar com alguém pode ser bom também para a motivação. Quando ambos estão empenhados em ter um bom desempenho na prova, um pode auxiliar a motivar o outro, e a motivação é importante para realizar uma boa prova.

Se vocês não chegarem ao resultado de algumas questões, vocês também podem pesquisar juntos até que entenda a questão, como resolvê-la e chegar ao resultado.

 

Desvantagens em estudar com alguém

Porém, há também desvantagens em estudar com alguém: Se vocês acabarem não concordando com a opinião do outro, isso pode acabar prejudicando os estudos e próprio entendimento da matéria.

Além disso, se a outra pessoa não estiver focada nos estudos, ela também pode acabar atrapalhando você, com outras distrações.

 

Por isso, você deve decidir se para você é vantajoso ou não estudar com alguém. Isso pode dar muito certo e ser benéfico para as duas partes, principalmente pela troca de experiências diferentes.

Mas se você optar em estudar com alguém, isso não quer dizer que você não poderá estudar sozinho. Aproveite outros momentos livres para estudar e invista em conhecimento!

Como estudar Análise Sintática? Veja AQUI!

Acertar questões de análise sintática em provas de concurso não é simples. Isso porque se trata de um tema bastante amplo e com pré-requisitos, ou seja, para saber que uma oração é adjetiva, é preciso antes conhecer o papel do adjetivo como classe gramatical. O foco do nosso artigo de hoje é lhe dar algumas dicas, baseando-se em questões de concursos, para se dar bem nas questões que cobrem esse conhecimento.

Análise de Questões

Começaremos com uma questão do CESPE em uma prova aplicada este ano para a SEDF:

 

A respeito dos sentidos e dos aspectos linguísticos do texto anteriormente apresentado, julgue o próximo item.

Na linha 9, o pronome “nos”, na oração em que ocorre, exerce a função de complemento direto da forma verbal “perguntamos”.

 

Trata-se de uma questão no estilo certo ou errado e o texto utilizado segue abaixo. Tomamos a liberdade de sublinhar o trecho em questão a fim de facilitar sua busca.

 

As duas questões mais profundas sobre a mente são: “O que possibilita a inteligência?” e “O que possibilita a consciência?”. Com o advento da ciência cognitiva, a inteligência tornou-se inteligível. Talvez não seja tão chocante afirmar que, em um nível de análise muito abstrato, o problema foi resolvido. Entretanto, a consciência ou a sensibilidade, a sensação nua e crua da dor de dente, do rubor, do salgado, continua sendo um enigma embrulhado em um mistério dentro do impenetrável. Quando nos perguntamos o que é a consciência, não temos melhor resposta que a de Louis Armstrong quando uma repórter perguntou-lhe o que era o jazz : “Moça, se você precisa perguntar, nunca saberá”.

Steven Pinker. Como a mente funciona. 2.ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2002 (com adaptações).

análise sintática para concursos

Dicas para Acertar no dia da prova

Nossa primeira dica para você é que estude a teoria. Esse é um tema que apenas fazer exercícios não vai suprir a lacuna de conhecimento que você tenha. Não é preciso se tornar um especialista, mas é necessário que você saiba o que é um sujeito, um objeto direto, um complemento nominal e assim por diante. Os detalhes você pode conhecer depois, aos poucos, mas é preciso saber o básico.

Essa questão, por exemplo, você resolve sabendo apenas o básico. Bastaria saber que, para localizar o sujeito, pergunta-se “o quê?” ou “quem?” antes do verbo. E para localizar o objeto, pode-se fazer as mesmas perguntas, mas após o verbo. Dessa forma, fica claro que “nos” não é complemento do verbo e sim o seu sujeito. Esse é um macete que poucos cursos preparatórios ensinam hoje em dia.

 

Essa banca trabalha com muitas questões que cobram os aspectos básicos da análise sintática e você pode ser bem-sucedido se dominá-los.

Agora abordaremos o mesmo tópico, mas usando outra banca, a ESAF. Trata-se uma questão da prova para a ANAC, ocorrida em 2016:

 

Assinale a opção que apresenta explicação correta para a inserção de “que é” antes do segmento grifado no texto.

 

      A Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República divulgou recentemente a pesquisa O Brasil que voa – Perfil dos Passageiros, Aeroportos e Rotas do Brasil, o mais completo levantamento sobre transporte aéreo de passageiros do País. Mais de 150 mil passageiros, ouvidos durante 2014 nos 65 aeroportos responsáveis por 98% da movimentação aérea do País, revelaram um perfil inédito do setor.

<http://www.anac.gov.br/Noticia.aspx?ttCD_CHAVE=1957&slCD_ ORIGEM=29>. Acesso em: 13/12/2015 (com adaptações).

 

  1. a) Prejudica a correção gramatical do período, pois provoca truncamento sintático.
  2. b) Transforma o aposto em oração subordinada adjetiva explicativa.
  3. c) Altera a oração subordinada explicativa para oração restritiva.
  4. d) Transforma o segmento grifado em oração principal do período.
  5. e) Corrige erro de estrutura sintática inserido no período.

 

Verifique que a questão cobra um conhecimento mais abrangente. Aqui, você precisa, por exemplo, saber dividir o período em orações e distinguir as orações adjetivas explicativas de adjetivas restritivas. Dessa forma, em comparação à questão do CESPE que abordamos acima, essa é mais complexa.

Saiba mais em: http://cursosparaconcurso.net/

Conclusão

Nossa dica é que você não se deixe intimidar por não conhecer o vocabulário. É o que poderia ocorrer com as letras A e E, por exemplo. Um truncamento sintático nada mais é do que algo que esteja faltando ou sobrando dentro da frase. Não é o caso da nossa questão, pois o trecho está claro. De igual modo, a estrutura sintática do texto original também está correta.

Se você conhece a diferença entre as orações restritivas e explicativas, sabe que o sentido se altera com a retirada das vírgulas. Portanto, já pode também eliminar a letra C. Com facilidade, você também identifica a oração principal, o que elimina a letra D e transforma a B na nossa resposta. Afinal, o segmento grifado é um aposto que oferece mais explicações sobre o que é a pesquisa “O Brasil que voa”. Ao se acrescentar o “que é”, o aposto passa a fazer o papel de oração adjetiva.

Nossa maior dica é que você busque sempre as provas anteriores. Só assim saberá o quanto precisará aprender: conhecendo as predileções da banca ou seja, o modo como ela aborda determinado tema e quais tópicos está sempre cobrando nas provas.

Por fim, deixo a você a indicação do vídeo abaixo com mais detalhes sobre o assunto:

 

Até o próximo post!